Mostrando postagens com marcador Eventos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Eventos. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Operação Independência





"Um símbolo sozinho pode não representar nada, mas se todos se juntam, um símbolo pode significar muito, pode significar a mudança de um pais"
- V de Vingança

Para quem não sabe o que significa, é o movimento contra a corrupção que ocorrerá no dia 07 de Setembro de 2011. Ocorrerá nas capitais brasileiras, e nas cidades onde tenha gente suficientemente corajosa para abraçar essa causa. O movimento foi criado pelo grupo Anonymous Brasil com apoio do Mascarado Polêmico, e necessita de sua ajuda para que realmente cause algum efeito.

Esperamos contribuição de todas as pessoas cansadas com a real situação atual do Brasil e preocupadas com um futuro melhor. Dica para quem quiser entrar nessa "briga": procure apoio nas escolas, sindicatos, e divulgue a causa. Chame atenção de quem quer mudança, e quem procura fazer a diferença.

ATENÇÃO CONVIDADOS PARA O PROTESTO! Isso não é um convite a um protestozinho online, contamos com a REAL presença de vocês!


Fonte: FaceBook

sábado, 16 de julho de 2011

Ecos da Estética Punk

(Rio de Janeiro, BR Press) - O Centro Cultural Banco do Brasil inaugurou, na última segunda-feira (11/07), a exposição I Am a Cliché – Ecos da Estética Punk, que reúne obras de artistas e fotógrafos que foram influenciados pelo movimento. Obras de Andy Warhol, Artsitein, Bruce Conner, David Lamelas, David Wojnarowicz, Dennis Morris, Destroy All Monsters, Jamie Reid, Linder, Peter Hujar, Robert Mapplethorpe, Stephen Shore e a coleção de capas de discos de vinil de Thierry Planelle são algumas das atrações.

Segundo a curadora Emma Lavigne, a exposição não tenta mostrar a história do punk por meio das fotografias. O intuito é desvendar os ecos do punk no universo desses artistas.

Protopunk

Uma das salas da mostra remonta ao período em que Warhol se embrenhou como empresário da banda Velvet Underground, nos anos 60. Nessa época, ele forrou todo o seu estúdio, a Factory, de papel alumínio e o ambiente serviu de inspiração e cenário para fotografias de vários outros fotógrafos, como Steven Shore. Na exposição Emma, que designa essa época de protopunk, fez o mesmo em uma das salas em que expõe as fotos de Shore.

Outras salas reúnem imagens do Sex Pistols por Dennis Morris, com direito ao som, no último volume, de músicas da banda. Há ainda Patti Smith fotografada por seu marido, Robert Mapplethorpe, e 60 trabalhos do arquivo pessoal de Jamie Reid, que fez todas as capas dos discos do Sex Pistols.

Entrada franca.

Visitação: terça a domingo, das 9h às 21h. Até 02/10.

Centro Cultural Banco do Brasil - Rua Primeiro de Março, 66

Fonte: BR Press

quarta-feira, 8 de junho de 2011

SlutWalk - Protesto ‘marcha das vagabundas’ chega ao Brasil neste sábado

Comentário de policial no Canadá inicou movimento contra machismo.
Convocado pelo Facebook, evento em SP tem mais de 5 mil adesões.


Mulheres participam do movimento ‘SlutWalks’ no Canadá (Foto: AP)
Um protesto que começou no Canadá e vem ganhando as ruas de vários países do mundo chega ao Brasil neste fim de semana. Conhecido como ‘SlutWalk’, a primeira marcha das vagabundas (ou das vadias, como vem sendo traduzido) deve acontecer na Avenida Paulista, neste sábado (4), a partir de 14h.

O movimento ‘SlutWalk’ começou no mês passado em Toronto, no Canadá, quando alunos de uma universidade resolveram protestar depois que um policial sugeriu que as estudantes do sexo feminino deveriam evitar se vestir como “vagabundas” para não serem vítimas de abuso sexual ou estupro.

“Quando ouvimos pela primeira vez sobre a Polícia de Toronto rotular as mulheres e pessoas com maior risco de abuso sexual de "vagabundas", pensamos em fazer barulho e exigir mais do que um pedido de desculpas. Temos o direito constitucional de liberdade de expressão e decidimos usá-lo”, diz o site do grupo (www.slutwalktorontol.com).

A primeira marcha reuniu cerca de 3 mil participantes vestidas de forma provocativa ou comportada para chamar a atenção para a cultura de responsabilizar as vítimas de estupro. Foi o estopim para que outros eventos semelhantes se espalhassem por várias cidades dos Estados Unidos e Europa.

Partipantes da marcha das vagabundas de Paris, realizada no último dia 22, usam barbas e seguram cartazes onde se lê: 'Somos todas camareiras', em referência ao caso do ex-diretor do FMI, Dominique Strauss-Kahn, preso acusado de abusar sexualmente de uma camareira (Foto: Stephane Mahe / Reuters)

No Brasil, onde foi convocado por meio do Facebook, o evento já tinha a adesão de mais de 5 mil pessoas até a tarde desta quinta (2). “Fiquei até meio assustada com a quantidade de pessoas [que aderiram]. Se vai ter número maior ou menor, não importa, o importante é fazer o barulho que a gente quer fazer”, diz uma das organizadoras da marcha, a publicitária Madô Lopes, 29.

Segundo ela, que disse ter compartilhado com amigos a necessidade de fazer um evento semelhante no Brasil, a vestimenta é livre para participar do evento, em que homens também são bem vindos.

“Cada um vai vestido como quer. Tem garotas que vão vestidas como vagabundas, tem quem goste de saia justa, tem quem não goste. Não é um baile de fantasia. Mas quem quiser ir ludicamente vestido, pode ir. Todo mundo vai estar lá pela mesma causa que é o respeito à mulher”, afirma.

Já no calendário de eventos do site oficial, a marcha paulistana ocorre no mesmo dia das de Los Angeles e Chicago (nos EUA), Edmonton (Canadá), Edinburgo (Escócia), Estocolmo (Suécia), Amsterdã (Holanda), Copenhagen (Dinamarca) e Camberra (Austrália).

Belo Horizonte
Com inspiração na marcha paulistana, um segundo evento brasileiro já está programado para o próximo dia 18, em Belo Horizonte. Com menos adesões até agora –os participantes no Facebook somavam mais de 800 até esta quinta- a marcha mineira vem ganhando o apoio de grupos feministas e de questões de gênero e até da associação dos profissionais do sexo local.

“Muitas pessoas reagiram ao convite perguntando: ‘Por que me convidaram para esse evento? Eu não sou vagabunda!’ O propósito é discutir um assunto ainda polêmico. Hoje quase não se discute as questões de gênero, é como se tivessem sido resolvidas. A forma como algumas pessoas têm reagido já é indício de como a questão é delicada”, diz a atriz e diretora de teatro Débora Vieira, 29, uma das organizadoras.
Convocação para a marcha das vagabundas BH, marcada para o próximo dia 18 (Foto: Reprodução)




Articulada com grupos feministas, ela lembra o episódio da estudante Geisy Arruda, que foi expulsa de uma universidade de São Paulo após ter sido hostilizada por alunos por usar um vestido curto, como exemplo do atraso do país nas discussões de gênero.

“Quando aconteceu o episódio da Geizy Arruda, a reação na mídia de fora foi bem curiosa. ‘Como o país das bundas e do carnaval reage com tamanha agressividade a uma roupa curta?’ Quando é a própria mulher que toma atitude de se exibir, botar roupa curta ou falar de sexo, é chamada de vadia, de vagabunda. Belo Horizonte não está longe disso. Aqui, enfrentamos o mesmo problema da maioria das cidades brasileiras, em que as mulheres têm que ser educadas para evitar que o estupro aconteça.”


Já nesta semana, na quinta-feira (9), haverá um reunião para discutir pontos polêmicos sobre o assunto, inclusive o nome do evento. “Tem gente que afirma que o nome é pejorativo e está com medo de ir com medo por causa disso”, explica a antropóloga Júlia Zamboni, também da organização da edição brasiliense da marcha.

Lia afirma que o nome Marcha das Mulheres Livres seria até mais adequado para o contexto brasileiro, mas não chamaria tanta atenção. “Sendo vadias ou não, a gente quer ter o direito sobre o próprio corpo. O significado da marcha é maior”, afirma. A reunião será às 18h, em frente ao Diretório Central dos Estudantes da Universidade de Brasília.

A violência doméstica também deve entrar na pauta da reunião. “A gente tem uma outra causa que é muito forte, que á violência doméstica. É algo que já é naturalizado no Brasil, como se fosse algo comum. Não saberia dizer se somos mais machistas do que a média, mas o país está muito atrás na questão da igualdade de gênero”, avalia Júlia.

A concentração da Marcha das Vadias será às 12h, em frente ao shopping Conjunto Nacional. As manifestantes pretendem passar pela Rodoviária do Plano Piloto e pela Feira da Torre antes de ir para o Parque da Cidade, onde devem se encontrar com a Marcha pela Liberdade, organizada pelo movimento LGBT e por grupos que defendem a legalização do comércio de maconha e derivados.

Fonte: G1

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Misfits anuncia três shows no Brasil

Banda punk se apresenta no Abril Pro Rock e Virada Cultural em abril


Foto: Divulgação
O grupo de punk rock Misfits, conhecido pelas canções com temática de horror, como zumbis e alienígenas, anunciou em seu site oficial três shows no Brasil em abril. O primeiro acontece no dia 15, em Recife, durante o festival Abril Pro Rock, logo seguido por uma apresentação na Virada Cultural de São Paulo, em 16 do mesmo mês. O local da terceira apresentação, marcada para dia 17, permanece indefinido.
Fundado em 1977, o grupo contou com a liderança do vocalista Glenn Danzig em seus primeiros seis anos de existência, período em que o músico assina quase todas as composições da banda, marcado por clássicos como "Astro Zombies", "Last Caress" e "Attitude" - as duas últimas foram regravadas por artistas como Metallica e Guns N' Roses, respectivamente.
Com a saída de Danzig, em 1983, teve início uma série de disputas judiciais pelo direito de utilizar o nome Misfits, reivindicado por seu outro fundador, o baixista Jerry Only. Assim que a briga acabou, Jerry reformulou a banda e lançou em 1995 o álbum "American Nightmare", com uma nova formação que durou até 2000.
A partir daí o próprio baixista assumiu os vocais e transformou o Misfits num trio, com Dez Cadena, do Black Flag, na bateria, e Marky Ramone, dos Ramones, na bateria - posteriormente substituído por Robo, que já havia tocado na banda em seus primórdios.
O último trabalho em estúdio do grupo é o álbum de covers "Project 1950", de 2003, que conta com clássicos do rock como "Diana", de Paul Anka, e "Great Balls of Fire", de Jerry Lee Lewis, em versões punk.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Use sua raiva para construir

Acontecerá neste sábado, a segunda edição do "Rockampanha pela Vida" que contará com a presença das bandas:
Los Froxos

A primeira edição do evento arrecadou 150 kg de alimentos. A entrada desta vez será 3 reais, e todo dinheiro arrecadado será destinado à AMA - Associação Amiga dos Animais, que ajuda animais de rua sem fins lucrativos. O evento está sendo organizado pelos voluntários da Instituição.
Queremos todos lá!!

sábado, 14 de agosto de 2010

Rockampanha Pela Vida


 Neste domingo (amanhã), no Teatro Carlos Jeovah, a partir da 16h. 
A primeira edição do evento contará com as bandas:
In Mundos - Punk Rock/Hard Core
Não Somos Mais os Mesmo Sem Você - Punk Rock
The Simpsons - Punk Rock
Correria Urbana - Pop Rock Heavy
Causa Mortis - Noise


"Use sua raiva para construir"
Nosso bom e velho rock'n'roll usando toda sua rebeldia para ajudar.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...